Vídeo mostra carreta sem freio quase atropelando motociclistas

Um vídeo do circuito de monitoramento da Rota do Oeste, instalado dentro da cabine do pedágio de Sorriso, na BR-163, flagrou o momento em que uma carreta desgovernada quase atropela dois motociclistas.

Flagrante foi feio pelas câmeras de segurança da Rota do Oeste
O caso aconteceu na tarde desta terça-feira (10), quando dois ocupantes da moto pararam em uma das cabines para pagar o pedágio.

Pelas imagens é possível ver que, enquanto o condutor está tirando a carteira do bolso, rapidamente ele nota a carreta vindo em alta velocidade. Em seguida, ele se joga para dentro da cabine.

Já o outro ocupante da moto se joga no chão para não ser atropelado.

Apesar do susto, a assessoria da Rota do Oeste informou que ninguém saiu ferido e que a carreta teve uma pane elétrica e acabou ficando sem freio.

De acordo com a empresa, cerca de 40% dos atendimentos em rodovias dizem resepeito a pane elétrica.

No primeiro semestre de 2018, foram feitos  22 mil atendimentos relacionados a panes mecânicas.

Veja o vídeo:



Alerta aos motoristas

A empresa ainda aproveitou para ressaltar que situações como esta podem ser evitadas, se forem feitas as manutenções básicas nos veículos.

O gerente de operações da Rota do Oeste, Wilson Ferreira, alerta aos motoristas sobre a necessidade de verificar esses itens de segurança dos veículos para evitar transtornos e acidentes durante as viagens.

 “O cuidado deve ser constante e rotineiro, especialmente entre os motoristas profissionais. A perda do freio, como ocorreu na tarde desta terça-feira, poderia ter resultado em uma tragédia e vitimado pessoas que trafegam pela rodovia”. 

Além da manutenção, Ferreira chama a atenção para a velocidade desenvolvida pelos motoristas em locais de intenso fluxo de pessoas e veículos, como trevos, travessias urbanas, obras e nas praças de pedágio, onde o limite máximo permitido é de 40km/h.

“São locais movimentados, com veículos e pessoas compartilhando os espaços, e por isso a velocidade deve ser reduzida. É uma questão de segurança para todos. É preciso ter consciência de que a rodovia concessionada conta com muitas pessoas trabalhando em segmentos diversos, como atendimento ao cliente, obras, atividades de conservação, entre outras atividades”. 

(Com informações da assessoria de imprensa)

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