Escola proíbe treinador de orar antes dos jogos: `Se você falar com Deus, está demitido´


O advogado do Instituto 'First Liberty', Michael Berry, disse que a Escola de Ensino Médio Bremerton, no estado de Washington, "escolheu o guerreiro errado para tentar abater".

O 'First Liberty' está representando Joe Kennedy, um treinador de futebol americano e ex-assistente da escola secundária local. Kennedy foi demitido em 2015 depois que ele se ajoelhou para orar antes e após um jogo de futebol americano.

"O (distrito disse a ele): 'se você falar com Deus você está demitido", disse Berry no programa de rádio Todd Starnes.

Desde 2008, Kennedy calmamente ajoelhava-se após cada partida de futebol para honrar um pacto que fez com Deus.

"Essa oração seria por si só, silenciosa ou muito quieta, e não mais do que 15 ou 30 segundos", disse Berry. "Isso aconteceu por sete anos sem uma única reclamação ou problema, mas como todos sabemos, nenhuma boa ação fica impune".

Temendo uma possível ação judicial contra ateus ou secularistas, o distrito escolar ordenou que o treinador Kennedy parasse de orar. Foi-lhe dito que ele não poderia nem inclinar a cabeça ou fazer qualquer coisa que desse a impressão de que ele estava orando a Deus.

Quando ele se recusou a obedecer, o amado treinador foi demitido.

"Quando o governo coloca você em uma posição em que você tem que escolher entre a sua fé e seu trabalho, isso é algo que nenhum americano deveria experimentar", disse Berry.

Na segunda-feira, o First Liberty Institute apresentou uma petição para a revisão do caso do treinador Kennedy na Suprema Corte dos Estados Unidos. Berry acredita que poderia ser um caso de estabelecimento de precedentes.

"Isso pode definir se os funcionários das escolas públicas perderão seus direitos da Primeira Emenda apenas por serem funcionários da escola pública", disse Berry no programa de rádio.

Kennedy só está pedindo seu emprego de volta, para que ele possa começar a fazer o que ama novamente.

"O Supremo Tribunal dos EUA é praticamente o fim da estrada quando se trata de apelar a uma decisão legal", disse Berry. "Pedimos ao tribunal para reverter a decisão do Nono Circuito e do Tribunal Distrital de Washington".

A ironia é que, nos Estados Unidos, está tudo bem se os treinadores se ajoelharem para protestar contra os Estados Unidos, mas é ilegal os treinadores de escolas públicas ajoelharem-se para orar a Deus.

Fonte: Guia-me / com informações do Charisma News

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